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Vamos lá viajar

uma lua de mel do outro mundo

Vamos lá viajar

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21
Out15

Relax, Whitianga Style

Piriquitos

Vida de campista é dura mesmo!

Acordámos com o rebentar das ondas e ficámos na ronha um bocado mais de tempo do que era suposto porque tava tudo muito confortável e aconchegante.

Infelizmente havia uma lida chata para se fazer, a da roupa suja. Fomos ver da lavandaria do parque e dizia num papelzinho na parede que cada ciclo de máquina demorava 30min. Nós precisávamos de lavar e secar, por isso pusemos a roupa a lavar enquanto tomávamos chuveiro, saímos e ainda estava a lavar.. esperámos.. acabou de lavar.. pusemos a secar.. fomos arrumar a "casa".. ainda estava a secar.. esperámos... fomos á net.. ainda estava a secar... esperámos... vimos os folhetos na parede... dissemos parvoíces um ao outro.. ainda estava a secar... esperámos... Pusemos a caravana à porta... esperámos... esperámos... esperámos... Aahhhhh! Pronto já acabou.. É quase meio-dia! :/

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O dia estava maravilhoso, céu limpo com poucas nuvens, um bocado de vento, mas até estava calor. O must do de Hahei é a Cathedral Cove, um género de caverna que junta duas linhas de praias paradisíacas. Deixámos a caravana no parque de estacionamento no topo de uma encosta que tinha um miradouro com uma vista brutal para o Pacífico e para umas pequenas ilhas selvagens feitas de vegetação. O caminho até à Cathedral era cerca de 1 hora a pé e fazia-se descendo e subindo encostas por um trilho de gravilha e terra bem delineado no meio da vegetação. Descemos muito, subimos muito, descemos muito, voltámos a subir muito... reparámos que não tínhamos trazido água... descemos, subimos, descemos, subimos. Foi um teste à nossa condição física, superado com mais ou menos sucesso. O prémio foi uma praia linda com areia branca e um mar flat azul turquesa que banhava terra e as tais pequenas ilhas que se tinham formado há centenas de anos atrás.

Ao entrarmos na primeira praia olhamos para a esquerda e lá estava a "caverna", um túnel natural feito de rocha muito massivo. A luz ao fundo do túnel era outra praia igualmente paradisíaca.Tão paradisíaca que por momentos achámos que estávamos nas Caraíbas, que estavam 30 graus e que o mar tinha a água morna. Ficámos rapidamente de fato de banho e fomos lançados para a água....choque de realidade...a água estava um gelo, molhámos até metade das canelas, ficamos 10 segundos e voltamos para trás. Éramos dos únicos em fato de banho e não estávamos nas Caraíbas. O azul turquesa enganou-nos bem!

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Mas isso não nos impediu de ficarmos uma horinha super relaxados a apanhar sol na areia :) Estava-se bem no campo!

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 Como o Diogo tem bicho carpinteiro e não consegue estar mais que uma hora no mesmo sítio, lá fomos encosta acima, encosta abaixo, à procura do próximo spot!

Fizemos cerca de 30 minutos de carro até Whitianga, uma cidadezinha também à beira mar que é conhecida pelas águas termais vulcânicas.
Assumimos o dia de um hoje como um dia de relaxe e mergulhámos de cabeça no The Lost Spring, um Spa de águas termais. Vestimos o roupão mesmo à chiques e fomos para a piscina com água termal com mais de 16 mil anos, zero bactérias e a uns fantásticos 34 graus. Parece perfeito não é? Fica melhor!

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Dentro da piscina, que era a céu aberto, rodeada de vegetação exótica e verdadeira, tão densa que parecia que estávamos no meio da floresta, estava outra piscina que estava a uns 37 graus. Ficámos por ali tipo hipopótamos, só com narizinho de fora, a saltar de piscina em piscina intercalando com umas visitas a nado a uma gruta feita de rocha vulcânica que tão confortável era até tinha um ninho de passarinhos lá dentro. 

De repente, somos interrompidos por uma senhora do Spa que nos vem oferecer dois cocktails à nossa escolha. É um Strawberry Daiquiri é uma Piña Colada pf!
Agora sim fazemos parte da creme de lá creme de Whitianga, a boiar graciosamente de cocktail na mão em águas termais. Não existem fotos para não ferir susceptibilidades :)
Depois deste momento de relaxe fomos para uma terceira piscina (tinha de se ir a pé... O escândalo) que estava a uns confortáveis 40 graus. Mesmo bom para deixar todos os músculos relaxados.
Agora que estávamos no ponto ideal de relaxe estava na hora de uma massagem para deixar mesmo tudo nos trinques. Lá fomos nós de roupão fofinho atrás das massagistas para uma sala os dois levar o tratamento de relaxe de corpo inteiro. Acabada a sessão estávamos tipo duas lontras moles a andar. Maravilha!
Para finalizar tínhamos um prato de queijos, tostas e cenas para lanchar em frente a um cenário de piscina com cascata. Lindo!

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À noite fomos dar uma volta ao centro para ir jantar e encontrámos o nosso primeiro restaurante de peixe/marisco. Experimentámos os mexilhões que são aparentemente um especialidade local e umas lulas que era especialidade da casa acompanhado de um copo de vinho branco.

Fomos dormir tipo anjinhos :)

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